Ninguém conhece, querida,
nossa história, nosso amor.
Vem de longe, minha vida,
num começo encantador.
Você vinha sobre a mata,
eu, na janela, a espreitar.
Você - seu olhar de prata,
meu coração - a pulsar.
- Mamãe, é noite de lua?
- Sim, meu filho, é lua cheia!
- Ela virá, toda sua,
com a luz que tudo clareia!
Foi assim na minha infância,
um amor de qualidade.
E foi assim, com constância,
nos tempos da mocidade.
A vida passou, menina,
mas seu raio inspirador,
ainda hoje ilumina
minh’alma de trovador.
Gilson Faustino Maia - 12-08-11
Muito linda sua Poesia.
ResponderExcluirMuito obrigado, Maria Emília, sua opinião é muito importante!
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