terça-feira, 12 de novembro de 2013

A morte do poeta




 Quando morre um poeta é uma ilusão,
o poeta não morre, segue o vento
e procura no etéreo um novo assento,
bem longe das agruras deste chão.

Ficam seu versos como inspiração;
seu pranto, seus mais nobres pensamentos...
Porém o amor, seu mais puro sentimento,
irá com ele em busca da amplidão.

E lá, construirá nova morada
e esperará subir, com esplendor,
aquela sua eterna namorada

como um anjo de luz, a deusa, a flor
que enfeitou, nesta vida, a sua estrada
com seu olhar sublime e sedutor.

Gilson Faustino Maia

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