E
um lindo mar azul esverdeado,
mostra
lembranças mil, muita saudade...
No
peito um coração, que a dor invade,
eternamente
só, apaixonado.
Não,
não é só, agora acompanhado,
findando
o que restou da mocidade...
Mas
o destino vem, quanta maldade!
E
mostra o mar no olhar, tudo é salgado.
Outra
versão da dor, da cicatriz,
mais
um punhal no peito do poeta
que
chora, que lamenta o que não quis.
A
festa, Angra dos Reis, está completa...
Dia
dos Santos Reis, a história diz...
Minh’alma
não celebra, está quieta.
Gilson
Faustino Maia
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