sábado, 23 de janeiro de 2016

Minha presença


Sente o vento passando, são meus braços.

Sente o sol no teu rosto, o meu calor...

Esse ar que respiras, meu amor,

esse aperto em teu peito, meus abraços.

 

 

O eriçar dos teus pelos, o embaraço

da guerra do teu reino interior.

Sente a minha presença, por favor,

pois estar junto a ti sempre, é o que eu faço

 

 

dia e noite, só vendo, noite e dia

nos trabalhos, passeios, poesia.

A minh’alma vagueia no infinito

 

 

e desce ao teu encontro, pois preciso.

Eu preciso de ti, pra que juízo?

Se ouvires um rumor, é meu agito!

 

 

Gilson Faustino Maia

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