Sente o vento passando, são meus
braços.
Sente o sol no teu rosto, o meu
calor...
Esse ar que respiras, meu amor,
esse aperto em teu peito, meus
abraços.
O eriçar dos teus pelos, o embaraço
da guerra do teu reino interior.
Sente a minha presença, por favor,
pois estar junto a ti sempre, é o que
eu faço
dia e noite, só vendo, noite e dia
nos trabalhos, passeios, poesia.
A minh’alma vagueia no infinito
e desce ao teu encontro, pois
preciso.
Eu preciso de ti, pra que juízo?
Se ouvires um rumor, é meu agito!
Gilson Faustino Maia
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