quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Final de ano


Dois mil e quinze está partindo agora,

de muita gente, leva as alegrias.

Restou pra mim as minhas poesias...

A minh’alma é triste, a minh’alma chora.

 

E chora por aquilo que apavora:

as ilusões, as tolas fantasias.

Não quero discutir filosofias,

mas é meu Pai quem no meu peito mora.

 

Que venha o dezesseis, traga a certeza,

traga a fé, traga o amor, traga a esperança...

Traga o domínio sobre natureza,

 

e não a escravidão, a insegurança.

Só Deus coloca o pão em nossa mesa,

eu aprendi assim desde criança.

 

Gilson Faustino Maia

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