É preciso sonhar, viver de sonhos
para não sucumbir à
realidade.
O que não houve não deixou
saudade,
ou existiu num sonho ou fui
bisonho.
Se o meu passado foi assim
medonho,
faltou fantasiar, eis a
verdade.
Com exagero, usei
sinceridade,
eis o presente, enfim, tão
enfadonho.
E continuo, já virou mania,
eu abro o jogo, eu erro ao
ser sincero.
O mundo quer viver de
fantasia,
hei de aprender um dia,
assim espero.
Porém não quero errar na
poesia,
se eu amo, eu amo, quando eu
quero, eu quero.
Gilson Faustino Maia
Gilson,belo poema sonhado...Te abraço
ResponderExcluirObrigado, Márcia, pela atenção. Um grande abraço também para você. Boas Festas!
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