Conforme eu prometi, fui às alturas,
galopando na minha fantasia.
Eu viajava, mas você dormia,
não quis participar dessa aventura.
Que beleza, o passeio, que ventura!
De lá eu fiz chover mil poesias...
E as flores que você sempre queria,
lá nas nuvens eu fiz semeadura.
Fiz chover ramalhetes e poemas.
Que você gostaria, estava certo,
Porém não entendi qual o problema...
Você nem, do presente, chegou perto.
Mais um desdém ao filho de Iracema,
pois o seu guarda-chuva estava aberto.
Gilson
Faustino Maia
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