Assim como você, também
a sorte,
desejou que eu
seguisse outro caminho...
Nem quis saber se
ali havia espinhos.
Tudo bem que você já
não se importe.
Hei de encontrar, um
dia, esse tal norte
nesse mundo sem fim,
triste e sozinho,
até quando o meu Pai
mostrar-me o ninho
reservado, pra mim,
após a morte.
Eu seguirei no dorso
de um poema,
não atrapalharei
mais sua vida.
No meu peito, a saudade,
sem problemas...
Mas se, a noite, aos
meus sonhos, der guarida,
permita-me seguir o
antigo tema
e falar pra você: -
Minha querida!
Gilson Faustino Maia
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