Quando vires no
céu nascer a lua;
quando ouvires
na rama o som do vento,
para a labuta por
alguns momentos
e viaja no
espaço que insinua
que em momentos
assim minh’alma e a tua
passeiam livres
pelo firmamento.
Olha o sol,
certamente estou sedento,
mas é sede de
amor que em mim atua.
Estou no céu,
na terra, estou no ar;
estou no amor,
na paz, na poesia;
estou nas
letras do verbo sonhar.
Meu peito é tua
eterna moradia,
será difícil,
amor, eu te encontrar.
A imensidão da
terra é picardia.
Gilson Faustino
Maia
Nenhum comentário:
Postar um comentário